Hoje, ao terminar de ler “E não sobrou nenhum“, anteriormente publicado como “O caso dos dez negrinhos”, de Agatha Christie, tive uma sensação mista de pena e alegria. Pena por ter demorado tanto para ler alguma coisa de uma das escritoras mais lidas do mundo. Alegria por saber que esse é apenas um de muitos livros que a autora escreveu.
“E não sobrou nenhum” é daqueles suspenses policiais clássicos: um serial killer está a solta e não se consegue parar de ler até descobrir quem ele é, porque faz o que faz e como faz isso. Simples assim. Sem as firulas que tanto lemos nos suspenses de hoje e que não servem para nada.
E o mais legal é que somos “enganados” até os “45 do segundo tempo”, levados a pensar uma coisa quando o que acontece, na verdade, é outra. Bom suspense para mim é assim. Por isso, é leitura recomendadíssima para quem está, como eu, de férias.
Para finalizar, não posso deixar de comentar sobre a grande semelhança entre “E não sobrou nenhum” e Dexter. Muito provavelmente, Jeff Lindsay, autor do livro que deu origem à série de TV,também é um grande fã de Agatha Christie.








