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Arquivo para julho, 2008

Batman – O cavaleiro das trevas e O sonho de Cassandra

Para falar a verdade, eu nunca fui muito fã do Batman, mas ontem acabei indo ver o filme novo, Batman – O cavaleiro das trevas. Não sei se foi porque não vi o filme anterior, Batman Begins, mas quando a sessão acabou fiquei com a impressão de que todas as ações em cima do lançamento desse novo filme foram muito barulho para nada. Achei ele longo demais e que uma das poucas, senão a única, coisas que se salvam é a atuação do Heath Ledger como o Coringa.

Mas acho que a minha opinião faz parte de uma grande minoria. No e-Pipoca o filme está com cotação 9,5/10 e no IMDB 9,7/10. Algumas pessoas chegaram até a dizer que esse é o melhor filme de super-heróis de todos os tempos, então vou dar uma 2ª chance a ele e se a minha opinião mudar, posto aqui.

O que salvou a ida ao cinema ontem foi O sonho de Cassandra, escrito e dirigido pelo Woody Allen. Eu sabia que ele é um diretor super respeitado, só que eu nunca tinha visto nenhum filme dele (eu sei que eu mereço um coro!), nem esperava nada de O sonho de Cassandra. Mas gostei tanto que pretendo ver outros filmes do diretor nova-iorquino o mais rápido possível.

O sonho de Cassandra é um daqueles suspenses que te surpreendem até o último segundo e, além da história, que é muito boa, ainda vale a pena ser visto por vários outros motivos: a sutileza da ironia, o sotaque britânico, que eu já odiei, mas hoje adoro, e a ótima atuação do Colin Farrell.

Depois de ontem, eu tenho ainda mais certeza que uma das coisas que mais estraga os filmes é a expectativa que a gente cria em cima deles. Muito melhor, apesar de difícil, é não criar nenhuma expectativa e deixar que eles surpreendam a gente.

Boa semana para todo mundo!

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Advertising is dead, Long live advertising

Ontem eu terminei de ler Advertising is dead, Long live advertising, um livro muito bom sobre mídias alternativas e marketing de guerrilha que eu ganhei de aniversário da minha amiga Débora.

O livro é muito atualizado e traz nas suas 224 páginas coloridas tanto teoria (sempre numa linguagem muito simples e direta) como prática (230 cases de todo o mundo, inclusive do Brasil). Com certeza, vai ajudar muito na minha monografia (A migração das verbas de veiculação para as mídias alternativas) e é leitura obrigatória para quem gosta do assunto.

Agora vou começar a ler Ponto de Impacto, o único livro do Dan Brown que eu ainda não li. Assim que eu terminar, posto aqui, aguardem!

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Sou contra a volta da CPMF

Ainda mais impressionante que a falta de respeito pela democracia desse governo é o fato de que muitos dos que hoje fazem parte dele são exatamente os mesmos que lutaram tanto pelo fim da ditadura nas Diretas Já.

Menos de 6 meses depois da voz do povo ter sido ouvida e do Senado ter derrubado a prorrogação da CPMF, o governo quer ressuscitar esse imposto, chamando-o agora de Contribuição Social para a Saúde. Já aprovada na Câmara (clique aqui para ver como seu deputado votou) e agora em votação no Senado (clique aqui para mandar um e-mail pressionando os senadores), a CSS vai ser um imposto (mais um!) permanente, cujos recursos vão ser destinados exclusivamente para a saúde (me engana que eu gosto!) e que vai taxar em 0,1% todas as movimentações financeiras de quem ganha mais que R$ 3080 por mês. Só que quem ganha menos do que isso é exatamente quem mais vai ser prejudicado, porque como os impostos são repassados para o consumidor final, ao comprar um pãozinho, por exemplo, quem ganha um salário mínimo paga o mesmo que quem ganha 10.

Outro dado curioso é que, mesmo depois de 10 anos de CPMF, a saúde no Brasil continua na UTI. Isso confirma um estudo recente do Banco Mundial no qual fica claro que o maior desafio do sistema único de saúde do Brasil não é a quantidade de dinheiro gasto e sim a falta de eficiência. Ela, inclusive, disputa com o tamanho dos gastos públicos o título de maior responsável pela fome de impostos do governo.

O Brasil já é o país em desenvolvimento com a maior arrecadação tributária do mundo (38,90% do PIB no 1º trimestre de 2008). Se você se recusa a pagar mais um imposto, assine o abaixo assinado clicando aqui. Peça também para outras pessoas assinarem. O Brasil agradece!

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E o Firefox conseguiu!

Clique para ampliar:

Graças ao Download Day, um verdadeiro “evento” em cima do lançamento da sua nova versão, o Firefox conseguiu entrar para o Guiness como o programa mais baixado do mundo em 24 horas. No total foram feitos 8.002.530 downloads, 598.116 só no Brasil.

Como eu já falei nesse post, no final das contas o recorde foi o de menos. Muito mais importante foram o boca-a-boca e a mídia espontânea gerados, além, lógico, do estreitamento da relação do Firefox com seus usuários.

Se você deu sua contribuição para o recorde, clique aqui para baixar seu certificado personalizado.

Se você ainda não baixou o Firefox 3.0, não perca mais tempo e faça o download clicando aqui.

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Band of Brothers

Terminei de ver Band of Brothers hoje. A mini-série, co-produzida por Steven Spielberg e Tom Hanks, é baseada no livro de mesmo nome do Stephen Ambrose e conta, sob o ponto de vista dos combatentes, a campanha da Companhia E do 506º Regimento de Infantaria Pára-quedista do Exército Americano, 101ª Divisão Aerotransportada na 2ª Guerra Mundial.

Resumindo minha opinião, achei a série legal, principalmente por ela ser bem humanizada, mas eu esperava mais por causa do que eu já tinha ouvido falar.

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