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Dan Brown – O símbolo perdido

Rapidinho: hoje terminei de ler “O símbolo perdido“, último livro de Dan Brown, e gostei bastante. Dessa vez, a história se passa em Washington e trata dos maçons. Não chega a ser tão boa quanto a de “O código Da Vinci” e a de “Anjos e demônios”, mas, mesmo assim, é uma leitura super divertida para as férias de verão.

No embalo, dois posts legais sobre o livro que achei meio sem querer:

Boa diversão!

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Veja Meus Livros

A Veja está lançando, neste sábado, um aplicativo muito legal para quem, como eu, adora livros. Chamada de Veja Meus Livros, a ferramenta funciona, por enquanto, somente no Orkut, mas será expandida, no futuro, também para o Facebook.

Através dela, os participantes podem compartilhar suas bibliotecas virtuais, listando os livros que já leram, os que estão lendo e os que pretendem ler. Ainda há a opção de escrever resenhas e comentários sobre cada livro.

Um diferencial interessante do aplicativo é que, ao contrário de O Livreiro, onde é necessário criar toda uma nova rede de amigos, Veja Meus Livros permite utilizar a rede já existente no Orkut, maior site de relacionamento do país, com 27 milhões de usuários.

Para acessar, basta adicionar o aplicativo ao seu perfil clicando aqui.

Via.

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Inovação – Método de reversões de suposições

Marketing era nexo

Estou lendo “O Marketing na era do nexo – Novos caminhos num mundo de múltiplas opções” do Walter Longo e Zé Luiz Tavares e descobri um método de inovação bastante interessante – e o mais importante – prático nesse livro. O método, chamado de “método de reversões de suposições” foi originalmente criado por Michael Michalko e funciona da seguinte forma:

Primeiro, se pensa numa situação, produto ou conceito relacionado a determinado desafio e se imagina as suposições que normalmente seriam feitas a respeito dessa situação. Depois, se anota todas essas suposições e as reverte totalmente. No final, se pensa em como fazer para que essas reversões façam sentido.

Exemplificando através da abertura de um novo restaurante com um conceito inovador:

Suposições: todo restaurante deve ter um cardápio, servir comida e cobrar por essa comida.

Reversões: um restaurante sem cardápio, que não serve comida e que não cobra de seus clientes.

Sentido:
01) Um restaurante sem cardápios, em que o chef informa direto para cada cliente os ingredientes que ele mesmo comprou naquele dia. O cliente escolhe os ingredientes e o chef cria um prato absolutamente customizado.

 

02) Um restaurante que não cobre pela comida, um ambiente tipo um café, em que os clientes se reúnem para conversar e trabalhar. Nesse café, pratos rápidos e bebidas são servidos gratuitamente, enquanto os clientes pagam apenas pelo tempo que passam em seu ambiente.

 

03) Um restaurante que não serve comida, num ambiente decorado de forma única e atraente, um lugar realmente exótico. Nesse restaurante, as pessoas trazem a própria comida e bebida em cestas de piquenique e pagam uma taxa de serviço pelo uso do local.

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Ideias que colam – Por que algumas ideias pegam e outras não

Ideias que colam

Hoje terminei de ler “Ideias que colam – Porque algumas ideias pegam e outras não“. O livro, que apresenta 6 princípios comuns a ideias que deram certo é muito bom. A excessão é o capítulo que fala do “Princípio dos Sentimentos”, que ao contrário de todo o resto, achei muito confuso e complicado.

De forma geral, o livro é leitura obrigatória não só para quem trabalha com criação e redação, mas para qualquer um que queira tornar suas ideias mais “aderentes”.

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Marketing de permissão

Marketing permissão

Ontem terminei de ler “Marketing de permissão” do Seth Godin e achei muito interessante a ideia de conseguir que as pessoas aceitem, voluntariamente, receber as mensagens de marketing. Isso por dois motivos:

  • economia: como o Marketing de permissão só fala com quem escolheu receber a mensagem, pode-se diminuir os investimentos em mídia de massa, que geram grande desperdício ao atingir, além do público-alvo, um público-não-alvo
  • retorno sobre o investimento: como escolheram, voluntariamente, receber a mensagem, as pessoas estão muito mais abertas e receptivas a ela, o que gera, com certeza, resultados superiores aos de quando se recebe uma mensagem não solicitada

Para mim, “Marketing de permissão” já virou um daqueles livros “altamente recomendáveis”. Assim que der vou começar a ler “Marketing ideiavírus“, também do Seth Godin. Quando terminar, posto aqui.

PS: Esqueci de falar como é impressionante que “Marketing de permissão” continue sendo tão atual, pelo menos em sua maioria, mesmo 10 anos depois de ter sido escrito.

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Na toca dos leões

Na toca dos leões

Hoje terminei de ler “Na toca dos leões“, a história da W/Brasil escrita pelo jornalista Fernando Morais.

Apesar de não ir muito com a cara do autor por causa das balelas chavistas que ele fala, achei o livro bem gostoso de ler. Ele conta com riqueza de detalhes a trajetória de vida de Washington Olivetto e seus sócios, Gabriel Zellmeister e Javier Llussá, até eles criarem, em 1983, aquela que se tornaria uma das agências de publicidade mais conhecidas do mundo.

O livro, que também narra o sequestro que Olivetto sofreu em 2001 não é, como diz a contra-capa, só “a história de uma empresa e seus donos”. Muito mais que isso, “é também o retrato de uma época das comunicações no Brasil”.

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Criatividade em Propaganda

Criatividade em Propaganda

Ontem terminei de ler “Criatividade em Propaganda” do Roberto Menna Barreto. O livro é um clássico no meio e é usado em praticamente todos os cursos de Publicidade e Propaganda do Brasil. Mas como foi lançado pela 1ª vez em 1982, e o autor se recusa a fazer uma atualização, a gente estranha algumas coisas no começo: o vocabulário é o da década de 80; você, provavelmente, nunca ouviu falar das empresas e produtos que servem de exemplo; e algumas das idéias apresentadas são consideradas superadas hoje.

Mas acho que, no final das contas, nada disso importa. O que realmente importa é que o livro desconstrói vários dos mitos que cercam o processo de criação publicitária como o de que a criatividade é um talento nato que só uns poucos privilegiados têm a sorte de ganhar quando nascem; ou ainda o de que a criatividade precisa de uma tal inspiração que vem de Jesus saberá onde para “explodir”.

O livro vale a pena ser lido por mostrar que a criatividade (publicitária ou não) é uma técnica, um processo que pode ser aprendido e, com treino e hábito, desenvolvido.

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