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Quem tem medo da privatização?

Esse é o título de uma puta matéria que saiu na Veja da semana passada (20/10) acabando com os mitos sobre privatização papagaiados por dona Dilma fantoche e sua turma. São vários fatos e argumentos que, mais uma vez, demonstram que só tem medo de privatização quem é muito ingênuo ou malandrinho (alô, PT).

Gostaria muito de compartilhar a matéria aqui, mas infelizmente não será possível, porque, na contramão de todo mundo (“sharing is good”), a Veja não permite. É aí que me pergunto: de que adianta se antecipar e lançar um aplicativo para iPad – nada contra, mas, convenhamos, ainda são poucos usuários no Brasil – sem antes fazer o arroz com feijão da internet?

Tem coisa que dá até medo de imaginar a resposta.

“Ser justo é tratar pessoas diferentes de formas diferentes”

Saiu uma entrevista com o Carlos Brito da AB InBev na Veja da semana passada que tem um trecho muito interessante. Compartilho aqui por acreditar piamente na mesma coisa:

Acredito que ser justo é tratar pessoas diferentes de formas diferentes. Tratar todo mundo igual é injusto. Aquelas pessoas que são apaixonadas, se dedicam mais à empresa, dão mais resultados – essas merecem mais oportunidades que as outras, mais atenção, mais treinamento. E elas têm de ganhar mais dinheiro também. Já que é impossível agradar a todos, vou agradar àqueles com maior talento. Sinto muito pelos menos talentosos, mas…

A democratização da Internet via lan houses populares


Eduardo Martino/Cocumentography

As lan houses populares estão mesmo bombando no nosso Brasil varonil século XXI. Depois de serem tema de uma série apresentada por Regina Casé no Fantástico, essa semana dão o ar da graça numa matéria muito interessante na Veja.

Local de acesso à Internet de mais de 32 milhões de brasileiros, metade dos usuários de Internet no país, as lan houses populares se espalharam por todos os lugares – só na favela de Heliópolis são 42 -, de fundos de casas particulares a salões de cabeleireiros e locadoras.

A matéria de Veja conta três histórias muito interessantes que destaco aqui:

  • Dejaíra Barbosa  é uma agricultora de Manari, sertão Pernambucano. Usa a Internet para consultar a previsão do tempo e “ficar sabendo o dia de plantar e de fazer as canaletas para estocar a água da chuva na barragem.” Numa cidade em que a água chega a faltar nas casas durante 20 dias seguidos, uma informação dessas vale ouro, ou quase.
  • Antônio Rodrigues Filho mora em Heliópolis – maior favela de SP – e lá possui um mercadinho com 16 computadores ligados na rede. O curioso é que ele não sabe nem ligar um computador. “Sou analfabeto, não tenho curiosidade nem paciência para fazer isso, não.”
  • Gleide Gomes mora na favela de Antares, no Rio e vê como como um investimento o tempo que os três filhos passam em lan houses da vizinhança. Como a família mora em uma área dominada por uma facção criminosa, o passatempo evita que os filhos fiquem na rua, à mercê dos traficantes.

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui. Vale muito a pena.

o dia de plantar e de fazer as canaletas para estocar a água da chuva na barragem

100 riffs famosos de Rock

Instituto Akatu – Desperdício

Muito legal esse comercial do Instituto Akatu. Ele usa a mesma estética dos comerciais de supermercado para fazer um alerta impressionante: o desperdício chega a 1/3 dos produtos vendidos. Assista!

Via.

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